Desde fevereiro de 2025, a coleção privada de Renato Albuquerque, reunida ao longo de 60 anos, e que conta com mais de 2600 peças, passou a poder ser vista por todos, num espaço que se quis dedicar totalmente à cerâmica e à história das importantes relações comerciais entre o Oriente e o Ocidente. Renato de Albuquerque estava na casa dos 30 quando comprou a sua primeira peça de cerâmica chinesa num leilão. O engenheiro civil brasileiro não era especialista, herdeiro ou aspirante a colecionador, mas a curiosidade transformou-se em interesse e este em paixão – e hoje, com 96 anos, possui um dos maiores acervos do mundo de porcelana chinesa de exportação, dinastias Ming e Quing e porcelana imperial.
Guia: Anísio Franco
Horário: 10h00
Duração: manhã, com almoço
Limite: 35 pessoas
Local de encontro: Entrecampos (em frente ao edifício da CML – Campo Grande, 25)
áudio-guia; transporte; almoço